Cm Fm Bb7 Eb7 Ab G7 Cm
Ab G7
Sou ventana e barbarucho, juju ruim não me faz mal
Cm
No pingo eu amunto agarrando, pelo fiador do buçal
Ab G7
O verso xucro e campeiro, com gosto de pastiçal
Cm C7
Sou pior que chuva de pedra, num dia de temporal
Fm7 Bb7 Eb
Por isso é que os caborteiros, me consideram um bagual
Ab Dm7(b5) G7 Gm7(b5) C7
E pra potro que corcoveia, não me interessa bocal
Fm7 Bb7 Eb
Por mim que saia berrando, no meio do banhadal
Ab Dm7(b5) G7 Cm
Com a espora eu faço minha marca, e com o mango eu boto o sinal
Ab G7 Cm
(Oigalê, oigalê oigalê, oigalê
Bb Ab G Fm Eb G7 Cm Bis
Eu sou da terra gaúcha, eu sou do Rio Grande tchê)
Int.
Ab G7
Já tosei muito a martelo, também já torci sovéu
Cm
Na esquina eu descascarreava, maneava e atava o bel
Ab G7
Já rondei tropas ligeiras, solito sem companheiro
Cm C7
Sentindo remoendo o freio, num redomão caborteiro
Fm7 Bb7 Eb
De madrugada, bem antes de vir a aurora
Ab Dm7(b5) G7 Gm7(b5) C7
Mateio com gabolheira, pra não me perder na hora
Fm7 Bb7 Eb
Não troco lida de campo, nem meu viver de galpão
Ab Dm7(b5) G7 Cm
Gosto do ar da campanha, gineteada e marcação
( )Int.