A5 E5 A5
Bb5 A5 E5
A mão de quem vira o couro reflete no que já fez
A5
Olhos claros ficam turvos não há mais o que fazer
G5 F5 E5 A5
Pressente a tropa assustada pintando um triste retrato
G5 F5 E5 A5
Palanque é testemunha mesclando sangue com pasto
A5 D5 G5 C5
Logo o desenho de um mapa cheio de rubros e brancos
A5 E5 A5
Abertos em pontas de lança pra o vento orear com seu canto
G5 F5 E5 A5
(A fronteira morte e vida limitada de carnal
E5 A5
Contraponteia o sentido legado de um ritual
E5 A5
Contraponteia o sentido legado de um ritual)
Int.
E5
De certos os tantos pedaços povoarão o varal
A5
Nos catres junto ao braseiro dormirão com água e sal
G5 F5 E5 A5
Por certo a ausência de um boi neste municio comum
G5 F5 E5 A5
Explique a pampa tão fértil primavereando mais um
A5 D5 G5 C5
Não há mais o que fazer quando o avesso do couro
A5 E5 A5
É um mapa colorado na sombra de um cinamomo
( )Int.